terça-feira, 9 de outubro de 2012

Não sinto agora aquele frio insensato

Não sinto agora aquele frio insensato 


Me remexendo pelas ruas confusas e andantes vejo que não estou na ‘solitude’ como todos os seres alados a si mesmos e de olhos atados se sentem….
Não me sinto sozinha está noite.
Sobre a ilusão do luar me banho, ao qual clarea minha suave vida.
Sob a lareira quente e o suave vinho tinto e tua companhia.
Conforto ao calor da noite na cama de lençóis macios e peles crepitando junto ao calor das almas nossos pecados taciturnos.
Sob o valor da consumação de um desejo fundado a tempos e realizado com forças unas.
Dentro de nossas vaidades degustando o poder de grudar nossos corpos entrelaçando nossas mentes.
Sinto me seduzida pelo espírito dos sabores matrimoniais guardados por sentidos que não conheço e que me chama, mgritam por minha alma, e respondo sem saber o que queres de mim.
Doce súcubo vivo e iludido, vida sátira
O coração mudando, o sentimento se fazendo presente nos olhos e palavras, sem falar nos gestos.
 

Posted on November/16/2011

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