terça-feira, 9 de outubro de 2012

Mal compreendida por mim mesma

Mal compreendida por mim mesma 



Furta cor dentro da realeza fascinante de teus olhos cinzentos.
Mortes contínuas podemos perceber de ambos..
Achei o sentido do meu desprazer. O monótono dentro de minha pele sem odor;
Achei a tal sofreguidão; pois mais fundo de mim mesma segui, [atrás de você eu fui sem crer em mim.]
Não reclamei o caminho, pois dele pensei chegar até seu ardor…
Mas só falaram-me que não, não foi desta vez que me encontrei.
( pensavas que eu era você por instantes que fossem,  me perdi em quê? )
O que devo fazer para queimar este fio de desespero?
O que devo fazer para isto não acabar jamais. Este desejo de mais dor (se é o contrário que busco )?
Que desejos misturando-se em meu ser são estes?
( onde quero chegar?
E você se pergunta dizendo para mim: Cadê você?)
 
Akiw’

Posted on November/16/2011

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